Como é o contrato com a imobiliária?
Como é o contrato com a imobiliária?

Passo-a-passo 13 Janeiro 2020 Por Emília Felix

Como é o contrato com a imobiliária?

Toda transação imobiliária que se preze precisa de um contrato. Ele é a garantia jurídica de que tudo o que foi combinado será cumprido e define detalhes da negociação. No entanto, nem todos somos especialistas na área e é verdade que pode ser meio complicado saber se o contrato que você tem é o ideal para o seu caso. Hoje queremos te mostrar tudo o que há nos contratos de intermediação e que as imobiliárias não te contam!

O contrato de compra e venda você já conhece, certo? Ele assegura os itens da transação realizada entre comprador e vendedor de um imóvel. Mas quando esse processo ocorre por meio de um intermediário existe mais um elemento importante, que é o contrato de intermediação imobiliária. As imobiliárias, muito tradicionais no setor, utilizam esse tipo de documentação para definir de quanto será sua remuneração pelo trabalho realizado.

Quais são os termos que corretores de imóveis e imobiliárias gostam de utilizar em contratos desse tipo? Os principais falam sobre a quantia que deverá ser paga pelo serviço de corretagem e os prazos para esse pagamento. É muito importante observar se o valor colocado é uma porcentagem fixa do que você obteve com a venda do seu imóvel ou se foi colocado um valor muito maior no anúncio. Essa prática é muito comum para aumentar a margem de lucro com a corretagem. Duvide de profissionais que fazem esse tipo de sugestão e acompanhe o que o COMDONO tem para te contar sobre esse tipo de negociação.

 

Para que serve o contrato de intermediação?

Mais um elemento burocrático na transação imobiliária, o contrato de intermediação serve para firmar as responsabilidades civis do corretor de imóveis ou da imobiliária que você escolheu para comprar ou vender seu imóvel. Além de falar sobre os valores que serão pagos no êxito na compra ou venda, também existem cláusulas a respeito de prazos e da exclusividade do imóvel com o profissional escolhido.

A ausência de um contrato como esse pode gerar problemas para o recebimento da corretagem e por isso acaba sendo um dos primeiros documentos assinados por quem deseja comprar ou vender imóveis. A grande maioria dos contratos propõe o pagamento da corretagem apenas depois da venda do imóvel, mas existem outras possibilidades.

 

O que deve ter em um contrato de intermediação?

A escrita de um contrato de intermediação imobiliária geralmente é feita por um profissional da área jurídica e deve estar devidamente checada a fim de garantir um bom negócio. As cláusulas devem ser claras e todos os pontos devem ser revisados para que não dêem abertura a interpretações ambíguas. Existem muitas formas de contrato, mas duvide de modelos prontos. Se possível, conte com alguém especializado para verificar os documentos e ter certeza de que há no contrato alguma cláusula que garanta a segurança do comprador e vendedor.

Primeiro de tudo, intermediação diz respeito a responsabilidade. A imobiliária que você contratar não pode, em hipótese alguma, fechar negócios. Você, o contratante, é o único responsável pelas transações realizadas. Além disso, o contratado fica com o dever de pagar eventuais honorários, caso seja necessário. Tudo isso deve estar bem explicitado no seu contrato.

Algumas cláusulas importantes falam sobre o que pode ser feito pelo contratado com o seu imóvel, como o tipo de divulgação que ele vai utilizar (digital com anúncios online ou presencial com placas) e como serão gerenciadas as visitas. Se o proprietário não tiver autorizado a intermediação por escrito, os contratados não podem fazer nenhum tipo de intervenção em prol da venda. Há inclusive uma lei que fala sobre isso, a Lei 6.530/78.

 

O que é a taxa de corretagem?

É a comissão recebida pelo corretor por uma negociação da qual ele participa. Não há regra para o valor de pagamento, mas ele geralmente fica entre 3% e 7% do valor do imóvel em questão. Na prática, se você vende um imóvel por R$ 100 mil, deverá pagar para o corretor entre R$ 3 mil e R$ 7 mil. A porcentagem exata deve ser definida em contrato e fixada para que as duas partes não tenham dúvidas.

A corretagem engloba todo o trabalho que o profissional teve para vender seu imóvel. É por isso que às vezes a taxa pode chegar a valores tão altos. Muitos corretores incluem, sem te falar, custos de marketing, como o investimento feito para anunciar seu imóvel em propagandas pagas ou sites de compra e venda.

Para dar a falsa sensação de que você estará economizando, eles também podem aumentar o valor do seu imóvel, para que após a venda você não tenha que pagar além do combinado e o corretor consiga uma comissão ainda maior. Essa proposta é boa até certo ponto, porque subir o preço de venda pode impactar em outros aspectos, como o tempo que vai demorar até a venda ser concretizada.

 

Vale a pena comprar e vender com imobiliária?

Imobiliárias e corretores também são conhecidos como quebra-burocracia. O que você paga com corretagem é para que, além da venda, eles se encarreguem de toda a documentação e transação cartorial. Todos esses trâmites fazem parte de um rol de conteúdos que o COMDONO entrega nas suas mãos para que você não pague taxas tão abusivas por informações que alguns profissionais deixam de passar.

Um dos principais problemas de trabalhar com imobiliárias é a questão da exclusividade. Quase todo contrato de intermediação possui essa cláusula, que impede que você venda seu imóvel com outra pessoa ou de forma particular. Isso significa que até o vencimento do contrato, você fica vinculado única e exclusivamente à imobiliária que contratou, e depende dela para que a venda seja finalizada.

Opte por uma solução mais barata, rápida e eficiente para que você venda seu imóvel sem exclusividade e com toda a segurança que a tecnologia COMDONO pode te oferecer. Deixe de anunciar com imobiliárias e chega de pagar as taxas abusivas cobradas por imobiliárias! #socomprocomdono

Instagram